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sábado, 4 de fevereiro de 2012

Raridades


Sinos da verdade que soam
Nos prazeres celestes ecoam..
O instrumento dessa rasura
Dentre o espírito de bravura.

Entretanto, sego avivado,
Sonhando com o que bom...
Sempre estou elementado
Nesse extenso e plácido som.

Vou lembrando-se da infância
Que é minha terna herança...
Algo que me faz ser criança
Na força que meu coração alcança.

Realmente foi algo sensacional...
Coisa simples, sem igual..
Não tinha limites para a vida
Sempre havia uma saída.

Aquele tempo era tão bom
Podia se ouvir o ávido som,
Da etérea singeleza da natureza
Que traduzia a sua linda riqueza.

Agora que sou jovem tenho limitações,
Mas realmente não esqueço esse momento,
Que traduz toda a minha força e talento
Diante desse espírito lúdico de razões.

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