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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Alvorada afrodisíaca

Sempre em sua lírica formosa,
Logo, abro meus desejos do amor,
Que imponho sobre as largas noites em beijos,
Alimentando os nossos nervos de amor.

Jogo as cartas a mesa
Buscando o limite desta sua grandeza,
Sentindo este seleto amor fluir em seus olhos,
Não se importando com os contrários a sua realeza

Aos atos que costumam se opor,
Nas extremidades deste senhorio,
Aplicando suas sapiências na via estelar,
E assinando este redimido ensejo ao saudoso
Deus eterno do mar.

Alvorada afrodisíaca com cardumes de desejos,
Sobrecarregados de sonhos libertadores,
Sentindo a força maiúscula desse incansável desejo,
Que sobre as estrelas luta sem parar ao sonhar
Com seu amado beijo.

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